Agrolink – Leonardo Gottems
O avanço de pragas em lavouras de milho exige atenção constante, especialmente em períodos de calor e chuvas irregulares. Nessas condições, insetos que se instalam de forma discreta podem se multiplicar rapidamente e comprometer o desenvolvimento das plantas ainda nas fases iniciais do cultivo.
Entre as ameaças está o pulgão-do-milho, que se concentra nas folhas e suga a seiva da planta, retirando nutrientes importantes para o crescimento. Segundo a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária, a população da praga pode crescer em poucos dias e causar perdas de até 60% da produção, principalmente quando o ataque ocorre na fase vegetativa, período em que a planta está mais sensível.
De acordo com Bruno Vilarino, gerente de produto da ORÍGEO, joint venture entre Bunge e UPL, o início da infestação costuma passar despercebido. Com a evolução do ataque, o milho perde vigor, o desenvolvimento desacelera e os reflexos começam a aparecer na lavoura.
Os sintomas incluem clorose, com folhas amareladas, além de aspecto de murcha. Em muitos casos, surge uma camada pegajosa sobre a superfície, que favorece a formação da fumagina, um pó escuro que recobre as folhas e dificulta o aproveitamento da luz solar pela planta.
A recomendação é intensificar o monitoramento desde o início da lavoura, com caminhamento frequente e observação próxima das plantas. O controle químico no começo da infestação é apontado como uma medida importante para conter o avanço da praga. Sperto, produto da UPL Brasil comercializado pela ORÍGEO, é indicado para esse cenário, com ação por contato, ingestão e efeito sistêmico. “O produtor precisa agir no início da infestação, antes de o pulgão comprometer o desenvolvimento da planta. Sperto, com ação por contato, ingestão e efeito sistêmico, controla a praga com rapidez, principalmente em regiões de alta pressão”, afirma o especialista.

