Agronegócio mantém ritmo recorde de exportações no 1º semestre

Comércio Exterior

Em 2022, as exportações de sementes estavam concentradas em forrageiras, milho e hortaliças, que representavam 92% do total das vendas. Em 2026, essas culturas ainda lideram, mas com participação reduzida para 82%, o que abre espaço para novos produtos.

No primeiro trimestre, por exemplo, o Brasil exportou sementes de nabo para o Uruguai, rícino para Congo e Quênia, sorgo para a Bolívia e melão para os Estados Unidos. Os movimentos já representam 14% das vendas externas do segmento.

As importações de defensivos químicos somaram US$ 2,3 bilhões, uma queda de 11% em relação ao primeiro trimestre de 2025. A retração foi observada em todos os segmentos como produtos formulados, técnicos e matérias-primas, acompanhada por uma redução de 8% no volume importado. Esse movimento, já notado anteriormente, reflete, entre outros fatores, a maior participação de produtos genéricos nas compras externas, contribuindo para a queda dos preços médios.

Registros de produtos

O segmento de defensivos químicos contabilizou 186 produtos com registros ativos. Desse montante, 107 são produtos formulados e 79 produtos técnicos. Já entre os 19 registros ativos biológicos, o detalhamento apresenta 12 novos produtos de agente microbiológicos, 4 de agentes macrobiológicos e 3 de bioquímicos. Os dados da CropLife Brasil utilizam informações oficiais do Ministério da Agricultura e Pecuária.

créditos CW Brasil

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